Pediasuit da Apae traz a Cascavel profissionais de outros estados

Por Redação 20/05/2022 - 16:01 hs
Foto: Assessoria

Fisioterapeutas de todo o Brasil, entre os quais Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, estão em Cascavel participando de um curso sobre Pediasuit na Apae de Cascavel. O projeto “Reestruturar para atender mais”, totaliza R$ 93,6 mil em recursos e garante, além do curso, melhorias estruturais e aquisição de equipamentos. O aporte foi garantido pela Fundação Salvador Arena, de São Bernardo do Campo (SP), por meio do setor de projetos da Apae de Cascavel. Esse será o único curso de Pediasuit previsto para esse ano no Paraná, por isso o interesse de profissionais de todo o País. Três profissionais da Apae estão participando do curso com a finalidade de garantir a ampliação no atendimento dos alunos.

De acordo com o gestor do setor de Saúde da Apae de Cascavel, enfermeiro Diego Vieira, o protocolo Pediasuit teve início na Apae de Cascavel em 2011. Foi a primeira Apae de Cascavel a implantar o protocolo, até então, encontrado somente em clínicas especializadas. O Pediasuit é um tratamento intensivo para pessoas com deficiências intelectual e múltipla e com TEA (Transtorno do Espectro Autista).

O tratamento tem duração de quatro semanas com quatro horas diárias, totalizando 80 horas. “O aluno obtém uma melhora considerável no desenvolvimento das áreas ortopédica, neurológica, sensorial e psíquica”, descreve Diego Vieira. Durante o tratamento, é utilizado um macacão especial e dinâmico, adornado por elásticos e bandagens, todos interligados.

O curso é ministrado por Renan Alves da Silva Junior, formado pela Universidade de Alfenas, no sul de Minas e com formação na Flórida, nos Estados Unidos, estado americano onde se originou o Protocolo Pediasuit. “O objetivo é proporcionar conhecimento e também intercâmbio entre os participantes”. O protocolo do Pediasuit envolve profissionais de fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia. “A Apae de Cascavel é pioneira neste sistema no Brasil para formação de profissionais para aplicação do protocolo em diferentes estados”.



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